quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Journey to the Centre of the Earth

Recentemente terminei de ler o livro ''Journey to the Centre of the Earth'' por Jules Verne e como ele me deixou instigado por um bom tempo resolvi postar aqui um pequeno texto sobre. A minha edição é a seguinte:



Esse livrinho me fez perder muitas noites de sono. Não é uma reclamação, muito pelo contrário, eu simplesmente não consegui parar de ler. Gostei muito do Verne, apesar de ter me surpreendido em termos de estrutura de narração, como ele faz as coisas se entrelaçarem e se desenrolarem em seguida, e me impressionou também a precisão de seus comentários científicos. Sempre houve um certo preconceito literário em relação a ele pelos comentários polítcos feitos em seus livros, como por ex. em ''20 mil léguas submarinas'', onde ele insulta a marinha inglesa várias vezes por meio do personagem do Captain Nemo (insultos esses ignorados em várias traduções feitas pelo mundo, o que fez o cenário intelectual negar a legitimidade de várias de suas obras). A maior surpresa quanto ao enredo, no meu ponto de vista, é a o tempo que os personagens demoram para atingir o centro da terra. Eu assisti uma adapção feita em 2008 com Brendan Fraser e esperava uma descrição mais completa dos cenários do centro do globo, quando na verdade ele descreve a viagem ''mesmo''. Digo a viagem ''mesmo'' porque a estória narrada por Verne é basicamente o caminho árduo e traiçoeiro de Hamburgo até o interior da Islândia, e depois do monte Sneffels até o centro da terra. Os cenários consagrados pelo filme ''Journey to the Center of the Earth'' de Henry Levin (1959) como a floresta de cogumelos, o oceano debaixo da terra e as criaturas pré-históricas constituem uma parte ínfima do enredo, no entanto, Verne diverte com classe todos os tipos de curiosos com informações sobre pressão atmosférica e fenômenos acústicos cientificamente corretas.

Pesquisando mais sobre o assunto vim a descobrir que Verne nada mais fez que passar para a estrutura narrativa teorias científicas malucas populares por algum tempo sobre a Terra oca. Isso mesmo, alguns cientistas acreditaram e tentaram todo o tipo de experimento maluco para provar que o planeta terra era na verdade oco. Os dois intelectuais mais conhecidos (e mais malucos também hehe) que acreditavam nessa hipótese foram Edmund Halley (o do cometa) e Leonhard Euler. Apesar de acreditarem na mesma teoria, pensavam de forma diferente. Halley acreditava que a terra era composta de vários núcleos internos, como bonecas russas, e que, assim como Deus povoou a última superfície ele teria também povoado os núcleos internos. Euler por sua vez acreditava que a terra era completamente oca, contando com um núcleo único central, e que para se chegar no interior da terra bastava procurar as entradas dos pólos (isso mesmo, pólos abertos):



Meio (muito) doido mas é uma boa leitura!

text by Jorge Capel xxx

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

S&S Tour - São Paulo 2008



Apenas algumas fotos até eu receber o restante delas :P
foi mara!
SP - 20.12
fotos madonnaonline

segunda-feira, 8 de setembro de 2008



“Ainda não tinha aprendido o quanto a natureza humana é contraditória; não sabia quanta hipocrisia existe nas pessoas sinceras, quanta baixeza existe nos nobres de espírito, nem quanta bondade existe nos maus.” - William Somerset Maugham
Passei por essa citação na internet ontem a noite e achei muito interessante, pq nunca havia parado pra pensar sobre isso.
Tudo fica mais verdadeiro se vc vê da forma como o Will aí em cima disse.






Essa é a vista de uma das entradas da minha cidade.. como é bom vê-la!

quinta-feira, 4 de setembro de 2008



Give it to me, yeah
nos vemos no Morumbi, Mah!
hauahau
Beijos


Babiiiiiiiiii, Betaaaaaaaa eu vou ver a Madonnaaaaa!
AAAAAAAAAAA!

quinta-feira, 31 de julho de 2008

quarta-feira, 2 de julho de 2008



pre-testing for cpe, i'm in the mood